Torus palatino

Torus Palatino é algo que você talvez não conheça, nem tenha sequer ouvido falar. Entretanto, é algo que pode ter. É por isso que este artigo é importante; é por isso que este site se preocupou em levar informações a você.

Afinal, quando bem informado, o paciente detém uma série de benefícios, seja ele de qual campo médico for.

Então, conheça agora um pouco mais sobre torus palatino. Não é de todo improvável que você, leitor, venha a associar eventual incomodozinho na boca com alguma informação aqui.

O que é torus palatino?

Torus palatino é identificação técnica de acúmulo ósseo na superfície do palato. Via de regra, é considerado benigno, ainda que não se conheça a origem dessa pequena anormalidade. 

Curiosidade: é conhecido no meio profissional como exostoses. Pode ser encontrado em diversas áreas do esqueleto; contudo, há maior incidência nos ossos da face, em especial nos da boca. A necessidade de exérese – ou seja, remoção – ocorre nos casos que destacamos mais abaixo.

Causas do torus palatino

Como foi comentado, estudiosos do campo da odontologia ainda não descobriram as causas do torus palatino. No entanto, pesquisas variadas registraram grandes possibilidades de a origem ter alguma associação com a genética.

Análises de DNA e registros de eventos observados demonstraram, quase que evidentemente, ocorrência intrafamiliar suficiente para se definir que haja algum componente genético envolvido. 

Então, em uma visão mais geral, o torus palatino é a protuberância óssea inofensiva e indolor eventualmente presente no céu da boca, variando em tamanho e forma. Segundo estudos recentes, há incidência em 20% a 30% da população mundial e, curiosamente, as mulheres são mais acometidas.

O torus palatino é perigoso?

Apesar de termos dito que se trata de anomalia “benigna”, em alguns casos, os cirurgiões-dentistas indicam extração. Afinal, trata-se de um evento fora de padrão na estrutura óssea bucal. Essa deformidade pode provocar microferimentos que, com o tempo, se tornam portas para micro-organismos.

Diz-se que, na maioria dos casos, o torus palatino é percebido pelo paciente; entretanto, posto que não incomoda a ponto de ser desconfortável, o paciente adia sua consulta. 

Contudo, com acometimento de entraves funcionais e estéticos, além de sujeitar o paciente à cancerofobia, a visita ao dentista se torna imprescindível. Já que há possibilidade de diagnósticos diferentes, como osteoma e esclerose óssea.

Por outro lado, é plenamente possível que o torus palatino venha a dificultar a deglutição, ainda que o paciente não perceba de imediato. Dessa maneira, os problemas não se restringem às questões bucais, mas também intestinais e estomacais.

Tratamento de torus palatino 

Destacamos acima a inofensividade e o caráter- comumente indolor- do torus palatino. Assim, de certa maneira, o tratamento nem sempre é recomendado. Ou, no mínimo, não procurado.

Assim, quando o torus palatino estiver afetando a rotina do paciente de alguma forma, a cirurgia é o tratamento mais comum e eficiente. 

Quando a exostose:

  • …estiver dificultando o encaixe adequado com dentaduras
  • …for grande a ponto de interferir na mastigação, ingestão de água, fala ou até mesmo higienização bucal
  • …atrapalhar a embocadura de instrumento musicais
  • …dificultar a movimentação da articulação

…convém proceder ao tratamento.

Importante: todo evento incomum no corpo precisa ser investigado nem que seja apenas por desencargo de consciência. Torus palatino é um evento incomum e, nesse caso, somente o ortodontista ou odontologista é capaz de indicar ou não o tratamento.

Cirurgia do torus palatino

O procedimento normalmente é conduzido por um cirurgião maxilofacial, que é o especialista em intervenções nas áreas do pescoço e rosto, incluindo a mandíbula. Ele vai induzir à anestesia local.

Depois disso, é elaborado um corte no palato, próximo à ocorrência do torus palatino. Dessa maneira, consegue espaço para trabalhar na exostose a fim de a extrair por meio de instrumentos adequados.

O paciente vai precisar de, mais ou menos, 3 ou 4 semanas de recuperação. Certamente, o cirurgião vai sugerir bochechos com água salgada ou antissépticos para prevenir infecção, alimentos macios para evitar ranhuras na sutura e medicação para minimização de eventual dor.

Fale sobre sua dúvida

Talvez você esteja passando a língua no palato neste momento. Aliás, isso é recomendável. Se ficou em dúvida sobre a existência de torus palatino em sua boca, não se constranja em enviar uma mensagem para nós.

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